
A madrugada do dia 31 de outubro transformou a rotina dos trilhos paulistanos em um verdadeiro cenário de filme de suspense. Com a ação especial “O Último Trem”, o Metrô de São Paulo entregou uma experiência imersiva que testou os nervos de quem encarou essa viagem de Dia das Bruxas.
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O embarque começou de forma sombria à 00h30, na estação Vila Madalena. Cerca de 64 convidados, entre profissionais de agências e parceiros de mídia, enfrentaram um credenciamento montado em um túnel escuro e habitado por criaturas, preparando o clima para o trajeto. O destino final era a estação Paraíso, mas o percurso de sete paradas passou longe da tranquilidade do transporte diário.
Presos dentro de um vagão temático e com as portas trancadas, os passageiros foram guiados por um narrador. O grande diferencial aconteceu do lado de fora: a cada estação, as plataformas viraram palco para 23 atores encenarem os capítulos da história. Entre as figuras perturbadoras que surgiam nos vidros do trem estavam as Irmãs Siamesas, a Menina dos Trilhos, um Maquinista macabro e uma Contorcionista. A dinâmica garantiu um clima de tensão contínua a cada nova parada.

O desembarque aliviado aconteceu na estação Paraíso, onde uma das personagens guiou os sobreviventes até a MetroMania, a loja oficial da rede. Toda a operação e o conceito criativo da ação levaram a assinatura da agência Side 3 Hub.
Para o diretor criativo da Side3 Hub, Daniel Maiuri, o projeto uniu infraestrutura pública e dramaturgia. “Mais do que uma ação temática, ‘O Último Trem’ propõe uma experiência em que o próprio ambiente urbano se transforma em cenário, convidando os participantes a vivenciarem o inesperado em um dos espaços mais emblemáticos da mobilidade paulistana”, afirma.
